CFA

Clube de Filosofia do Anchieta

Você se considera um pensador? Acredita que tem pouco espaço para expor o que pensa? Você gostaria de ser respeitado em seus pensamentos? Gostaria de compartilhar de um ambiente sadio e dedicado à exposição de suas reflexões? Você deseja compor um grupo de pessoas que desejam se reunir para pensar com liberdade e responsabilidade? Increva-se no CFA – Clube de Filosofia do Anchieta. Para tanto, utilize o espaço “comente”, deixe seu nome e um pensamento seu.

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5 Comentários

  1. Mariana Cruzes | 2º F | said,

    Se a verdade só pode ser tida através de questionamentos e não de respostas, por que em provas e testes ao decorrer das nossas vidas são apresentadas perguntas e não respostas? Não seria mais coerente permitir que os estudantes questionem para, aí sim, poderem chegar a alguma verdade?

  2. Maria Clara | 2º F | said,

    [EM RESPOSTA A MARIANA CRUZES] A verdade torna-se “verdade propriamente dita” apenas quando nós mesmos chegamos a uma conclusão, seja por meios de perguntas, experiências, respostas… No caso das avaliações, eles não querem uma verdade da gente, eles querem testar o nosso nível de reconheceimento de uma verdade preexistente. Observe se muitas matérias não são básicamente isso: na História os fatos são contados para você que por confiar no seu professor o qual confiou em outra fonte e assim sucessivamente; na própria Biologia nós nos baseamos em pesquisas feitas por outras pessoas, pesquisas estas que nunca saberemos como foram feitas em sua origem, e até se foram baseadas em outras verdades ou não. Todas as outras matérias, exceto Filosofia, nos apresentam a verdade pronta de alguém e que hoje é uma verdade do tipo “Veritas”. Apenas a Filosofia nos leva a construir as nossas próprias verdades!

  3. Antenor Neto | 2º E | said,

    Os seres humanos só obterão êxito na totalidade de suas existências quando forem capazes de compreender que podem se aperfeiçoar em todos os âmbitos de suas perspectivas existenciais.

  4. Pedro Guimarães | 2º E | said,

    Será que um dia nós poderemos abandonar o masoquismo? Amarguramos nossos erros passados, reclamamos de nossas vidas presentes e jogamos todos os planos para o futuro. No futuro, estaremos novamente no presente e, então, o ciclo recomeça. Realmente, apenas masoquistas podem pensar que ficar inerte em relação a tudo é mais vantajoso do que assumir posicionamentos mais efetivos e racionais.

  5. Nathália Matos said,

    Para que somos?
    Por: Nathália Matos Limoeiro

    Essa talvez seja uma das perguntas mais complicadas… Qual será a razão ou finalidade da existência humana? Será que estamos aqui somente por estar ou será que somos o que somos para cumprir algum objetivo?
    Não seria correto haver uma forma de existirmos sem ter algum objetivo pelo qual correr atrás, então é certo que estamos aqui para de alguma forma sermos úteis ao próprio mundo em que vivemos.
    Acontece que em algum momento entre o espaço passado e o presente, o ser humano passou a confundir o que se considera ”ser” com o ”ter”.
    E talvez seja por isso que não sabemos responder para que somos… Talvez seja porque na sociedade atual todos estejam muito concentrados em ter prestígio social, em ter um bom trabalho, em ter dinheiro, em ter, ter, ter. Todos se esqueceram de ser. Todos se esqueceram de que não estão aqui para si mesmos, mas para cumprir um propósito aqui na Terra.
    Por que não mais corremos atrás dos nossos objetivos? Por que dormimos enquanto deveríamos estar acordados? Por que vemos tantos problemas surgindo no mundo e deixamo-los passar despercebidos, como se para nós não importasse o nosso próprio futuro, ou o futuro do nosso próximo?
    Esperem, parem um pouco com essa gritaria! Posso perguntar onde está o amor? Que infelicidade quando parece que ele não existe mais por aqui… Será que o propósito do homem virou o egoísmo? Será que nos esquecemos que somos para um objetivo que faça bem tanto para nós quanto para os que estão à nossa volta?
    O mundo está cada vez mais perverso, a iniquidade está se alastrando cada vez mais; e esquecemos para que somos.
    Guerras, mortes, fome, por egoísmo e ganância, pela importância que impuseram ao ter; e esquecemos para que somos.
    Nossa Terra, nosso lar sendo destruído por nós mesmos, catástrofes ambientais, o homem ultrapassando os limites da natureza; e esquecemos para que somos.
    Mas afinal, para que somos?
    Bom, seria impossível responder a essa pergunta de um modo geral. Como antes citado, é certo que cada um deve ter um objetivo que beneficie tanto a sim mesmo, quanto ao próximo… Cada um deve se conscientizar que não está onde está apenas para ser feliz. Devemos alcançar a felicidade de quem está ao nosso redor. E devemos distribuir uma felicidade que nunca acaba…
    Eu sei para que eu sou! A resposta eu achei em alguma passagem que assim diz:
    ”Vós, porém sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.
    Sei que é o meu dever levar o amor que eu aprendi ao mundo!
    E você, para que é? Proponho-te esse desafio de descobrir qual o seu propósito aqui nessa vida, e tenho certeza de que se não souber, achará a resposta exatamente em Jesus. Então, boa sorte!

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    Por que somos?
    Por: Pâmella Martinelli

    A partir da nossa infância, já começamos a discernir o que é certo do que é errado. Crescemos, não só fisicamente, como também mentalmente, aprendendo com muitas circunstâncias que a vida nos impõe, desde as mais minuciosas até as mais desafiadoras. Se fizermos algo errado ou impróprio que gere uma situação ruim, logo nos policiamos a não repetir o erro, mesmo que muitas vezes o repitamos. Assim, progressivamente, mudamos.
    Apesar de vivermos em um mundo no qual rege o sistema capitalista, ou seja, manipulador, cada um é de um jeito, e esse jeito de ser muitas vezes se confronta com o de outras pessoas, o que acaba por trazer uma situação desconcertante. Mas se ambas forem maduras o bastante, é possível conciliar isso, não sendo preciso mudar o seu jeito de ser, apenas respeitar o do outro.
    Nós somos o que somos, do nosso próprio jeito, porque não temos de ser sujeitos àquilo que os outros são, sendo ”robozinhos”. Demonstramos aquilo que achamos certo, que tem a ver com os nossos princípios e pensamentos através do nosso ser, por isso é tão importante não escondermos quem verdadeiramente somos. Alguém que vive completamente inspirado no modo de ser de outra pessoa tem pouca probabilidade de ser feliz, pois viverá com uma máscara que esconde quem ela realmente é.
    Afinal, somos porque temos a necessidade de expor as nossas ideias e perspectivas, compartilhando e aprendendo com as diferenças de cada um; somos porque devemos ter um jeito próprio de pensar e de agir. Nunca poderemos ser a cópia exata de outra pessoa, mesmo que quisermos ser ”Maria Vai Com As Outras”, porque sabemos que ninguém é igual a ninguém. E isso que faz a vida ser interessante…

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    Somos resultado do que pensamos sobre nós mesmos?
    Por: Priscila de Almeida Pinto

    Nenhum ser humano consegue viver completamente isolado dos demais, somos seres sociais por natureza e vivemos coletivamente, regidos por regras comuns, Descartes já dizia “Não ser útil a ninguém equivale a não valer nada”.O fato de sofrer e exercer influência uns sobre os outros nos faz estabelecer padrões de comportamento, adotado e exigido pela sociedade. Quando as pessoas não conseguem equilibrar seus próprios interesses com as exigências impostas a elas, suas vidas passam a ser ” controladas” pela massa opressora.
    A mídia vive ditando regras de como agir, o que vestir, como se comporta, incentivando a população a seguir seus ideais de certo e condenar o que for dito errado. Será que realmente somos o que pensamos de nós? ou estamos mais preocupados em como seremos julgados pelos outros? Não há quem possa afirmar que agimos de forma completamente livre, descartando a opinião alheia, porque esse fato não condiz com a nossa realidade, porém, apesar de tendermos a seguir um padrão, ainda possuímos a capacidade de pensar e discutir assuntos quando opiniões se divergem, a filosofia procura resgatar essa diversidade de pensamentos, respeitando as mais diversas opiniões sobre os mais diversos assuntos, abrindo espaço para o desenvolvimento da personalidade e da individualidade.
    Uma sociedade alienada e oprimida, costuma seguir os ideais da classe dominante e não procura lutar pelos seus ideais, Karl Marx afirmava ” as ideias dominantes de uma época sempre foram as ideias das classes dominantes”. Para sair desse estado de conformismo e preciso de conhecimento, leitura, educação, inquietação, questionamento.
    Somos o resultado das nossas escolhas,quem quer mudança faz a diferença. A individualidade precisa ser mais exercitada, o que faz o homem tão diferente das máquinas é a capacidade de desenvolver conceitos e a presença de sentimento, se perdemos essas capacidades, então nos tornaremos máquinas.

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