2º | TURMA E

2011

Em Breve!

2010

Em geral, a sociedade associa felicidade às conquistas materiais. Além disso, também é muito comum ouvirmos pessoas dizerem que a felicidade corresponde a uma consequência da harmonia familiar, das amizades sinceras, dos amores verdadeiros, da realização pessoal, do sucesso profissional etc.  Na verdade, a questão é que a felicidade constitui uma condição não-transitória (aspecto que a difere da simples alegria) pela qual a pessoa consegue viver de forma subjetivamente satisfatória. Ou seja, cada indivíduo possui uma noção íntima e pessoal de felicidade. Sem dúvida, embora se observe o predomínio de uma perspectiva instituída pela herança cultural e/ou pelas circunstâncias históricas e sociais, uma pessoa pode se considerar feliz vivendo e pensando de modos completamente diferentes de outra que também pode se considerar envolta pela mais absoluta felicidade.

Antenor Neto | Pensando Bem!

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Os seres humanos só obterão êxito na totalidade de suas existências quando forem capazes de compreender que podem se aperfeiçoar em todos os âmbitos de suas perspectivas existenciais.

Antenor Neto | Pensando Bem!

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Preciso compartilhar um fato acontecido recentemente comigo. Eu estava me arrumando para sair, quando minha mãe voltou a me pedir pressa, já que tínhamos um compromisso à noite e estávamos em tempo de perder o horário. Fui fazer algo de pouca importância que me custou alguns segundos de atraso. Ela voltou a me dizer: “vamos filho, não perca os segundos porque eles se unem a outros e formam minutos”.

No momento que escutei essa frase, ri. É algo óbvio e naquele momento julguei inútil. Mas aquela frase permaneceu em minha mente por toda a noite e fez com que eu pensasse na sua aparente simplicidade e real profundidade. Refletindo um pouco mais, percebi que aquela fala está intimamente ligada à seguinte ideia: “pequenas ações geram grandes impactos”. Julgo que a origem da maioria dos problemas atuais é a falta de preocupação com o considerado “pequeno” ou “desprezível”. A sociedade acredita que seu voto não implicará o resultado do escrutínio, pensa que um pequeno lixo jogado em lugar indevido não virá prejudicar o meio-ambiente; enfim, acredita que determinados atos, por serem pequenos, não modificarão o futuro.

Quantas coisas no mundo poderíamos evitar, melhorar e/ou realizar em nossos segundos… Penso eu. Antes de agir, costuma-se esperar uma ação coletiva, costuma-se cobrar das outras pessoas uma providência. Pouco se pratica, muito se fala. Típica sociedade hipócrita. Já está na hora de nos preocuparmos com os segundos para que as horas e os minutos resultantes estejam em ordem e sob o controle da humanidade.

Antenor Neto | Pensando Bem!

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São João do Brasil

E lá se foi mais um São João. Como de costume, refletindo um pouco sobre os fatos do dia, pensei em quão sarcástica é essa celebração. É tempo de descanso para alguns, total atividade para outros, viagens… Mas o que me chama bastante atenção é a adesão total da sociedade a uma comemoração preferencialmente católica. Dentre os demais, muitos católicos e alguns protestantes “vestem” a camisa da festa, quadriculada, diga-se de passagem. Não me importa se essa aceitação é causada por uma necessidade de pausar o dia-a-dia monótono e atarefado para um tempo de diversão. O que importa é que o São João, ou recesso junino, aos que preferem, é mais um grande símbolo do país da mistura de sons, cores e culturas.

Antenor Neto | Pensando Bem!

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Aplaudam!

Acordei com um desejo muito grande de inovar. Hoje, dou minhas congratulações à mídia. Quão belo é vermos os meios de comunicação lutando por justiça, todos os dias, falando de fatos como, por exemplo, a investigação de “casos” como “Casal Nardone”, “Goleiro Bruno”, dentre outros. Quão magnífico é percebermos o interesse puro e independente na busca de um melhor país. Parabéns! Parabéns pelo seu sucesso em matérias diversas focadas no lucro. Parabéns pela ambição, pela falsa fidelidade à realidade, por se aproveitar da polêmica, dos conflitos, da miséria, da vida. Parabéns por apagar as luzes sobre o povo desamparado e seus casos, suas tragédias, suas perspectivas. Agradeço a sua compreensiva hipocrisia, por profetizar palavras de um futuro melhor, já que, contribuindo em nada, resta pedir aos céus um futuro redentor.

Antenor Neto | Pensando Bem!

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Dando continuidade às minhas confissões informais, gostaria de abordar mais uma perspectiva da minha realidade cotidiana. Há alguns dias, estive em uma pizzaria com alguns amigos para comemorar o aniversário de um deles. Ao final do encontro, queríamos curtir mais a noite, saindo para outro lugar. Foi quando eu sugeri que deveríamos ir ao boliche. Um comentário, simples, rápido e sem grandes pretensões. No entanto, nesse momento, todos se entreolharam. “Você está falando sério!?” (perguntaram-me). Estou sim, caras. Por que não? (respondi). Outro colega falou que não seria interessante a ideia naquela noite, por alguns fatores que foram citados no momento, mas propuzeram que realizássemos essa visita ao boliche no próximo final de semana. E assim foi feito. Meu objetivo aqui é voltar a mostrar como pequenas coisas podem mudar nosso futuro. Está aí mais um exemplo. Um encontro, uma conversa, um sentimento, uma fala repentina, um futuro alterado. O que teria acontecido se tivéssemos ido ao boliche? Minha noite teria sido alterada de modo a mudar o hoje? E minha vida? Imagine se essa decisão fosse acerca de um outro tema? Devemos pensar no simples para compreendermos o complexo. (OBSERVAÇÃO | Sob essa perspectiva, ainda seria possível abordar concepções da física teórica moderna acerca de multiplos universos e dimensões. Entretanto, no momento, julguei que não seria razoável iniciar essa discussão).

Antenor Neto | Pensando Bem!

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Hoje, senti vontade de escrever sobre a “Nova Ditadura”. É assim que eu chamo um sistema de governo que concebe duas leis absurdamente rídiculas e retrógradas. A primeira, proibir os comediantes de abordarem temáticas que envolvam os políticos e a política em tempo de eleição. Seria porque o humor, muitas vezes, traz à tona as imperfeições e abre os olhos da população acerca de como são os fatos politiqueiros e de quem os pratica? O pior é que os candidatos à presidência dizem que são contra essa lei. Então, eu me deparo com a pergunta: por que essa lei existe? Quem souber, por favor, manda uma resposta! A segunda e não menos absurda é a proibição aos pais de corrigirem possíveis condutas nocivas de seus filhos com um castigo físico, ainda que moderado. Eu desconheço alguém que não admita as velhas “palmadinhas” como uma forma de ajudar na construção da educação e do carácter de crianças.Afinal, essa prática, quando moderada e devidamente justificada, nunca representou violência! Nunca! Será que já não basta acabar com a educação formal? Desestruturar o Ensino Público para ter uma população desprovida de senso crítico apuradao, usando-a como massa de manobra através de uma série de mecanismos de alienação? Viva a “Política do Pão & Circo”! Eu, sinceramente, tenho vergonha desse sistema. Acabo por aqui!

Antenor Neto | Pensando Bem!

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Com certeza, concordo com meu grande camarada Antenor. A manipulação das massas por manchetes sensacionalistas e o sucateamento dos setores capazes de gerar consciência crítica na população, são verdadeiras armas usadas pela “Ditadura Encapuzada”. De algum modo, somos todos manipulados por uma sociedade que, cada vez mais, assimila o “supérfulo” e o “estúpido” como “útil” e “coerente”. No entanto, ainda somos capazes de gritar e, assim, abrir os olhos das populações hipnotizadas e que não se dão conta para os horrores mundanos. A Filosofia e a razão nos proporcionam os instrumentos capazes de acordar aqueles que ainda vivem dentro de perigosos “sonhos idiotizantes”.

Pedro Guimarães | Pensando Bem!

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Eleições 2010

Nunca me senti tão cidadão: pela primeira vez fui às urnas votar. Andei pelas ruas e foi fantástico o sentimento de igualdade; afinal, o voto de pessoas de classes tão diferentes tem a mesma importância. O Brasil acordou com uma energia diferente para eleger seus representantes. Alguns protestos sugeriram voto nulo, outras pessoas com “nariz de palhaço” criticavam a postura do eleitor diante de políticos corruptos, etc. Já posso dizer que participei da festa da democracia. Festa da democracia incentivada pelos que se interessam nos votos da população manipulável. Festa que é realizada num mar de panfletos eleitorais, que quase não deixam o chão esburacado à vista. Festa, inclusive, eficiente: após algumas horas, já se tem todos os números eximiamente apurados, para que a população se orgulhe de quão eficiente é o sistema em que vive o país (um dos poucos pontos em que o Brasil é exemplo). É bonito ver um dia destinado ao desejo da população, ainda que seja influenciado. Para um povo que não tinha esse direito, é uma conquista que merece ser comemorada. Minha vontade é que, nas próximas vezes, o povo não dance de acordo com a música tocada.

Antenor Neto | Pensado Bem!

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1 comentário

  1. Adailson | Prof. | said,

    Êita gente inteligente que me enche de orgulho!
    Não sei se choro de plena alegria ou se apenas sorriu da mais absoluta felicidade por ter a sorte de poder fazer parte da vida de vocês.
    Sei apenas que me emociono, e muito!
    Parabéns!

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